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A Rapariga do Vestido Amarelo

Nowhere... can be somewhere

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"A Parfois desafia-nos agora a sair da nossa zona de conforto e a aceitar a mudança que está sempre ao virar da esquina." Esta é a premissa mais que correta para o primeiro mês do ano, mas é também a premissa que sustenta o tema da nova coleção da Parfois: 'Nowhere... can be somewhere'. É isso mesmo, o nada pode transformar-se em tudo. Os tons terra e as cores vibrantes são o empurrão perfeito para os dias quentes de verão.

O penúltimo.

O dia mais stressante do ano, até agora? Ontem. Querido, 2017... eu adoro que testes os meus limites. Essa cena do viver intensamente também é algo que até me agrada. Contudo, não acho grande piada em sentir-me ansiosa e sem grande controlo daquilo que quero ou não sentir. Portanto, vamos lá acalmar as coisas antes que isto tome outras proporções. O último dia, mais ou menos oficial, do semestre foi o de ontem - sexta-feira treze. A manhã até correu bem, tirando o facto de ter acordado sem vontade para o que quer que fosse. A tarde pareceu um dia inteiro. E a noite? Passou rápido. De ontem, só me lembro de depois terminada a minha apresentação, ligar o computador e começar a fechar ficheiros de Word e sites da Internet, aqueles que utilizei para o último trabalho do semestre. Eu sou daquelas pessoas que fica com saudades de tudo, e naquele preciso momento, senti uma coisa estranha... como se qualquer coisa estivesse outra vez a acabar. Acho que não foi só mais um semestre que acabou, mas sim o penúltimo semestre de uma aventura com as pessoas certas. Ui!!! Em 3 anos aconteceu tudo aquilo que deveria ter acontecido, mesmo não querendo. E, hoje, posso dizer com a maior das certezas que estudar não é só aprender umas coisas giras. Estudar é crescer muito e mudarmos a nossa realidade para melhor. Se pretendo continuar a estudar? Talvez, mas só depois de me esquecer da "trabalheira" que foi.

 

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A viagem mais emocionante: 2016!

Escrever ou falar deste ano que passou é tentar não chorar muito. Chorei tanto este ano. Dizem que com a idade ficamos cada vez mais sensíveis e é tão verdade. Chorei de alegria. Chorei de orgulho. Chorei de raiva, de nervosismo. Chorei de tristeza. Chorei também de saudade. Acho que chorei por tudo e por nada. Mas não faz mal porque, e sendo um pouco "lírica", chorei o que precisava chorar, senti tudo aquilo que queria sentir nas medidas mais certas. Por outras palavras, foi um ano verdadeiramente emocionante, e tão desafiante. 2016 foi um dos melhores anos da minha vida. Estou a mudar aquilo que nunca quis para mim. Estou a aprender que é só a nós que devemos o nosso próprio bem estar. E isso é tão bom... assumirmos o comando. Ficarmos no controlo!

Confesso que não me lembro especialmente como começou este ano, provavelmente foram dias frios e outros dias de descanso antes de mais um semestre. A seguir foram meses difíceis, alguma ansiedade por situações pessoais inevitáveis, mas tão difíceis. Se em 2015 escrevia um balanço em que tentava refletir o poder da amizade, foi este ano que percebi esse tal poder. A amizade nunca servirá apenas para os bons momentos e só isso já quer dizer que os amigos estão lá para tudo. Depois de momentos que nunca serão ultrapassados com tanto sucesso como pretendemos, chegou "o" momento do ano: a viagem ao Dubai (desculpem-me as minhas amigas que já não me podem ouvir falar de tudo aquilo que nunca vou esquecer na minha primeira grande viagem). Mas foi a viagem que eu não esperava. Estive sempre cheia de medo de tantas coisas, que se calhar não são assim tão assustadoras. Estive sempre muito nervosa com todas as implicações que uma viagem tem, começando no voo de 7 horas e terminando numa cultura demasiado diferente (achava eu!). E quando me apercebi, passou tudo em pouco menos de sete dias. Muito, durante tão poucos dias. Tanto, durante uma semana inteirinha com pessoas que nunca tinha estado... "Saber que éramos todos tão diferentes, com feitios mais fáceis que outros, mas que tudo resultou numa mistura tão explosiva que foi boa." E pessoas como o Manel marcaram-me pela positiva - sem nunca esquecer daquela tua mensagem.

Depois desta viagem, o segundo ano estava prestes a terminar e não tão feliz com alguns resultados, achava que tudo se encaminhava para mais um Verão de perder de vista, entre praia, festas, amigos. Se calhar foi um bocadinho assim, mas também foi um bocadinho diferente. Sabem quando é tão bom conhecer pessoas novas? E quando achamos que alguém nos colocou as pessoas certas na altura certa? Eu tive esse sentimento mesmo no inicio do Verão. Contudo, há alturas em que temos de parar e perceber aquilo que verdadeiramente está a acontecer. E este ano percebi que nem tudo o que parece é, por muito cliché que possa soar. Este ano percebi que há conversas mais importantes que outras, e pessoas que marcam tão mais que outras. Mas acredito que ao mesmo tempo que saio da vida de algumas pessoas, por vontade própria, logo a seguir também entram ainda melhores. Foi um bocadinho aquilo que me aconteceu com a minha primeira grande, mas pequena, experiência de trabalho. Um estágio cansativo num mês muito pouco trabalhador, o Agosto. Uma experiência que me trouxe um ambiente de trabalho diferente, mas bom. Uma empresa que acredito ser "a" oportunidade para muitos. Porém, acredito que não estava a 100% para tudo aquilo que queria ter dado. E agradeço muito à querida Sara pelos conselhos que guardo comigo para sempre, e, claro, à minha Maria Inês - a miúda mais bue de totil fixe lá do Porto. E como em todas as experiências que tenho tido, nunca ficam os arrependimentos, ficam sempre sempre as aprendizagens e a bagagem que começo agora a carregar e fazer valer. Após o estágio, o regresso à faculdade com um medo gigante de encarar algumas realidades, entre elas: o ano de finalista. O terceiro e último ano da minha licenciatura.

Como é que possível escrever tão pouco (acho eu!), num ano que de pouco teve quase nada. Se calhar por isso me sinta um bocadinho "cansada", mas sempre preparada para agarrar desafios que me dão um gozo enorme. Eu sou muito aquelas pessoas que saem de uma e rapidamente se colocam noutra. Quase como: esquecer um amor, com outro amor. Se calhar sou assim. E se calhar nunca vou mudar isso, apesar de achar que às vezes me coloco em determinadas situações de uma forma muito precipitada. Este ano cresci, nunca depressa demais, mas cresci com tantas pessoas que passaram pela minha vida, e algumas ainda continuam comigo. Como eu adoro dizer: foi um ano do caraças! E juro que com tantas pessoas, e muitas delas, novas para mim. No entanto, chego à conclusão que não podemos ter medo de nada. Aliás, não podemos achar que todas as pessoas são iguais... caso contrário nunca vamos dar oportunidades a quem as merece. Em 2017 eu vou querer continuar a dar oportundidades a mais pessoas de entrarem na minha vida, e se vir que vale a pena, espero que fiquem. Espero mesmo que em 2017 muitas pessoas fiquem comigo. Desejos? Demasiados, talvez. Quero um ano ainda melhor. E quero continuar a gostar das pessoas certas e continuar também a ter desgostos pelas pessoas erradas.

 

Próximo destino: 2017!

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2016 em imagens!

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Um ano inteiro em fotografias é praticamente impossível. Impossível de ter fotografias de todos os melhores momentos. E impossível de conseguir escolher as poucas fotografias que tenho, porque acho que nunca são as suficientes para ilustrarem momentos felizes. Por este ano são estas. Contudo, tenho a plena consciência de que falta muita gente nelas. Eu tentei. Juro que tentei...

2016 em música!

5. Work (Rihanna ft. Drake)

4. Closer (The Chainsmokers ft. Halsey)

3. I need this girl (Virgul)

2. Do you no wrong (Richie Campbell)

1. As coisas (Valas)

 

Não passo um dia sem ouvir uma música. Vou para a faculdade a ouvir música. Estou na faculdade a trabalhar e a ouvir música. E chego a casa e ainda ouço mais música. Música! Música! Música! A música é um dos meus "bens essenciais" para o ano inteiro. E como nunca tinha feito um balanço dito musical, aproveitei algumas músicas que o Spotify me apontou como as mais ouvidas por mim, e fiz o meu TOP 5. Este foi um ano dourado para a música portuguesa e eu quis partilhar os meus artistas preferidos. Ficam a faltar alguns, como o Mishlawi, que para o ano estará pela primeira vez no palco do MEOSudoeste. Os grandes artistas internacionais podem ser muito bons, mas os nossos não ficam nada atrás. Há alguma música escolhida por mim que também faça parte do vosso 'top'?

Acredita!

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Fotografia: Carlos Pinto

 

"Acredita, todos os dias, com todo o teu espírito. Acredita quando estás em silêncio no mar. Quando a adrenalina está nas tuas veias. Acredita quando estás a ouvir aquela música que te diz tudo. Acredita com todo o carinho, com toda a garra, com todo o amor. Mas acredita..."

 

#acreditaess

Para este Natal: be the one

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p.v.p. 179€

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p.v.p. 150€

 

 

Para este Natal podiam oferecer-me relógios. Contudo, este post é para a minha amiga Inês que adora relógios. Eu sei que ela já tem um preferido da One, mas este post apenas servirá para a baralhar ainda mais e dificultar a sua escolha.  A Delight Box traz três braceletes (aço bicolor, malha milanesa e silicone branco) e dois aros (um com cristais e outro liso). Já a Vibrant Box vem com o modelo mais recente da One, Vibrant, e com a bracelete Mesh. Amiga, aqui tens mais duas sugestões para o teu presente.

Puma e Diamond Supply juntas!

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A PUMA juntou-se a uma marca muito com cool da Costa Oeste Americana, a Diamond Supply. E qual foi o resultado? Os novos PUMA Clyde. São o primeiro dos dois modelos desta coleção, que elevam o estatuto as suas raízes no basquetebol para o palco do "streetstyle". Já estão à venda nas lojas da Diamond Supply e noutras selecionadas, desde o dia 3 de Dezembro.

 

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Tudo se resolve, mas...

Às vezes dizemos, erradamente, que há coisas que nunca mudam. Algumas, talvez! Mas é quando essas hipotéticas coisas mudam que nos sentimos sem chão e a questionar algo que sempre tomámos como um dado adquirido. Eu não defendo que seja preciso mudar. Contudo, sei que as mudanças existem e que temos muitas vezes de fazer um esforço gigante para aceitarmos que algo mudou. O conforto é o meu maior defeito. O não tomar decisões por achar que as coisas se resolvem com o tempo. Tudo se resolve. Mas é preciso perceber que as próprias soluções têm de ser "comandadas". Ninguém irá perceber aquilo que quero, se eu não disser ou se não mostrar. A telepatia até pode ser uma coisa muito gira, porém raramente funciona. Mostrar o que nos incomoda é sempre preciso. Tomar iniciativa quando mais ninguém a tem, igualmente. Alguém terá de o fazer. E ser reativo raramente ajuda para que algo se resolva nos momentos certos, sem que depois cause muita moça. É preciso perceber que nem todos temos essa coragem em desprendermo-nos de algo rotineiro, de algo "fácil". Sempre ouvi dizer "quando algo não está bem, muda". O discurso do "é sempre a mesma coisa" que não mata, mas mói. Eu tenho medo de decidir, de escolher A em vez de B, de preferir algo que não me chateia assim tanto. E aqui, a indiferença é só mais um indicador de que as mudanças são necessárias. O estado de indiferença é uma coisa que não gosto de sentir... Não por me deixar mal, mas porque que sei que é nesse momento, quando o discurso é "eu já nem quero saber", que desistimos e nunca mais mudamos.

 

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